Filtro de ar não é peça acessória de um sistema de ventilação — é o item que se compra de novo, para sempre, e é nele que está o custo de operação recorrente. Escolher a classe errada custa dinheiro todo mês: ou o ar não sai limpo o suficiente para o que o ambiente exige, ou o filtro certo satura rápido demais porque não havia um estágio grosso na frente dele protegendo-o.
Filtro G4 Classe de eficiência grosseira, retém partícula grande — poeira, fiapo, inseto. É o estágio de pré-filtragem mais comum em caixas de ventilação e centrais de ar, protegendo serpentina e ventilador. Também é o que estende a vida de qualquer filtro fino instalado depois dele: sem G4 na frente, um F7 ou HEPA satura em semanas em vez de meses.
Filtro M5 Eficiência intermediária, entre o G4 grosso e os filtros finos F7/F8. Usado quando o G4 sozinho não é suficiente — ambientes comerciais com mais exigência de ar limpo, ou como segundo estágio antes de um HEPA, reduzindo a carga de partícula fina que chega ao filtro absoluto.
Filtro HEPA H13/H14 Filtro absoluto, com eficiência de retenção de partícula submicrônica exigida em ambiente hospitalar, farmacêutico, sala limpa e indústria de alimentos. É sempre o último estágio de uma bateria de filtragem — nunca trabalha sozinho, porque sem pré-filtragem grosseira na frente ele satura rápido e o custo de operação dispara.
Filtro de carvão ativado Não filtra partícula — adsorve gás e odor. É o estágio certo para renovação de ar externo com carga de poluição urbana, cozinha industrial e ambientes que precisam de controle de odor, não de retenção de poeira. Trocar filtro de partícula por carvão ativado (ou o contrário) é o erro mais caro desta categoria: o cliente troca o elemento por meses sem resolver o problema que o levou a comprar.
Filtro plissado Formato que multiplica a área de meio filtrante dentro da mesma moldura, aumentando a capacidade de retenção sem aumentar o volume ocupado. Disponível nas classes G4 a F8, é a opção quando o espaço de instalação é limitado mas a vazão exigida é alta.